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Bloco K é obrigatório desde janeiro para estabelecimentos industriais e atacadistas

O Governo Federal está cada vez mais empenhado em não deixar gargalos no fisco e vem fechando o cerco para que as empresas sigam à risca as obrigatoriedades impostas a cada ano. Mais uma interface foi criada dentro do SPED Fiscal (Sistema Público de Escrituração Digital), chamado Bloco K, que é o livro de registro de controle de produção e estoque na versão digital.

Essa obrigatoriedade é destinada para empresas que faturam mais que R$ 78 mil em todo o território brasileiro. Com mais essa obrigatoriedade, o fisco tem controle total e real sobre o estoque de uma empresa. Portanto, se uma indústria fizer uma movimentação de estoque, e essa movimentação não for descrita no SPED Fiscal, haverá divergência em seu estoque físico do produto e desta forma não estará de acordo com o informado para o fisco no SPED.

“As notas fiscais apontam a entrada e saída, o SPED aponta tudo que foi recolhido de impostos e o Governo só não tinha conhecimento quanto ao estoque, e agora com o Bloco K, ele tem”, afirma Marcos Pimenta, presidente da Assescofran (Associação das Empresas de Serviços Contábeis de Franca e Região).

Dentro desse ‘braço’ do SPED São prestadas informações detalhadas acerca da lista técnica de matéria prima, estoques, perdas, ordens de produção e demais processos envolvidos para a elaboração do produto final. Sua obrigatoriedade é para as indústrias ou empresas equiparadas a indústrias, e atacadistas.

A responsabilidade pela geração e transmissão das informações do Bloco K é da empresa, mas é preciso ter um software de gestão que atenda ao Bloco K, integrando os processos e gerando o arquivo no layout especificado pela Receita Federal.

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