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É hora de falar sobre saúde no trabalho

No ambiente corporativo, várias situações podem ameaçar a sensação de bem-estar dos colaboradores: o estresse, o excesso de tarefas e um alto grau de competitividade ou responsabilidade servem de gatilho para doenças como a Síndrome de Burnout, que segundo informações do Ministério da Saúde pode desencadear crises severas de depressão.

Diante desse quadro, é urgente para as empresas pensarem em políticas internas que ajudem o profissional a manter a saúde mental. Muitas vezes minimizado internamente pelos gestores, o conflito entre os colaboradores tem papel relevante nesse processo de ampliar satisfação e salubridade.

Marcelo Oliveira Barros, docente do curso Administração de Conflitos do Senac Franca, ressalta que um erro constante é não dar a devida importância aos conflitos interpessoais ocorridos no exercício da atividade profissional. “Pesquisas recentes (FORBES,2018) apontam que algo em torno de 60 a 80% dos problemas ocorridos dentro das organizações são gerados pela tensão no relacionamento entre os funcionários. Essas mesmas pesquisas apontam que 55% dos gestores das empresas não consideram esses conflitos algo diretamente relacionado à sua gestão”.

Marcelo explica que se torna cada vez mais comum os colaboradores apresentarem sentimentos como angústia, ansiedade, tristeza e raiva. “Doenças do trabalho como esgotamento, depressão, síndrome do pânico, entre outras, estão se tornando uma epidemia nas empresas.” Por isso, empresário, todo cuidado é pouco.

O especialista ainda reforça que algumas práticas simples levam a um ambiente profissional mais construtivo, sadio e, ainda, produtivo. “Promover um diálogo claro sobre as diversas formas de conflitos, levantar as causas destes conflitos e as possíveis estratégias de solução desses problemas, são pontos importantes.”

Fonte: Ana Luiza Silva

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